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segunda-feira, 4 de abril de 2011

CORTADOR DE TIRAS DE GARRAFAS PET POS CONSUMO

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Buscando videos para ilustrar matérias que faço no  blog, achei uma idéia interessante, para compartilhar com o pessoal que gosta de fazer artesanato com tiras de garrafas PET. Uma ferramenta simples, de madeira que qualquer pessoa pode fazer e com custo praticamente zero. Aproveitem !!!!! E bom trabalho.

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Gostaria de lembrar que a parte que foi cortada para confeção das tiras é o corpo da garrafa, êle representa mais ou menos 56% em peso  da garrafa original, o fundo representa +- 28% em peso e o gargalo +- 16% em peso. Na reciclagem das garrafas PET pos consumo, a parte que possibilita a contaminação (químicamente) dos flocos (flakes) são o rótulo e a cola que normalmente são colocados no corpo da garrafa; logo, do fundo e do gargalo pode-se  produzir flocos de alta qualidade e livre de contaminação.


gargalos de garrafas PET
 

fundos de garrafas PET
 
Muitas pessoas quando precisam de alguma parte de um todo,  normalmente retiram aquilo que precisam e descartam o restante como lixo ou coisa que não presta, neste caso, não façam isso o que sobrou é muito valioso.
Ajunte, pois não ocupa muito espaço e quando tiver uma boa quantidade entregue em um ponto de entrega voluntaria ou dê a um catador de recicláveis independente. BOA SORTE !!!!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

LEMBRANÇAS DO PASSADO

O caminhão do lixo passa invariavelmente para recolher o lixo todas as 2,4ªe 6ª feiras à noite.Uma rotina que vara o mês,o semestre e o ano sem alteração, caso não haja paralisação por alguma razão.
Numa dessas visitas fiquei a observar os procedimentos dos profissionais na execução das suas tarefas, um deles, adianta-se ao caminhão que transporta os resíduos e vai amontoando os volumes de diversas residências, outros 2 ou 3 vão atrás carregando o caminhão e em um determinado momento, quando a carga esta alta, eles fazem a compactação da mesma.
Naquela ocasião, tinha separado o lixo em dois (2) volumes, um com os resíduos húmidos e outro com embalagens descartáveis, pratica que preservo fazendo até hoje. Mas os procedimentos dos homens da limpeza, trouxeram um lembrança do passado, que toda vez, que me deparo com uma situação semelhante, sai um sorriso, àquele, de canto da boca, que mostra o sarcasmo que nada mudou.
Nos anos 60, trabalhava no centro da cidade de São Paulo como office-boy de uma livraria e uma das minhas tarefas diárias era ir ao correio expedir as correspondencias para clientes de todo o território nacional.
A agência era pequena e ficava em uma rua ao lado da catedral da Sé que ligava a praça da Sé à praça João Mendes; na divisória de madeira que separava o público dos funcionários, haviam várias aberturas identificadas com o destino das correspondencias. Tinha o da capital, o do interior, para outros estados, para o exterior e os via aéreas.
Embora levasse as correspondencias já seladas, passava um bom tempo, distribuindo as mesmas, conforme solicitado, cada qual no seu cada qual. Quando terminava a tarefa, vinha na minha mente que atrás daquela separação de madeira havia um carrinho que recolhia todas aquelas correspondencias e juntava tudo, para economizar espaço, porque o prédio era pequeno e alugado.
Este é um dos traumas que tenho da infância, mas continuo separando o meu lixo. Lembram da historinha do beija-flor, que queria apagar o incêndio na floresta, cada um faz a sua parte e o meio ambiente agradece.